CLARMAJ

Websites para empresas industriais

O site explica o que a empresa produz, provam capacidade técnica e transformam visitas em pedidos de orçamento com informação suficiente para responder?

Responsável de empresa industrial a analisar o website da empresa no monitor do escritório

Uma empresa industrial que vive de referências tem um problema

Se a faturação vem de recomendações, de clientes antigos e de comerciais que conhecem o mercado de cor, o crescimento parece estável. O risco só se percebe no trimestre em que um desses clientes reduz encomendas.

Estas são as situações que encontramos com mais frequência quando entramos numa PME industrial.

01

Entre 40% e 60% da faturação está concentrada em três ou quatro clientes

02

Os clientes novos chegam quase sempre por recomendação de alguém

03

O comercial depende da rede de contactos pessoal para abrir portas

04

O site existe há anos e nunca originou um pedido de orçamento sério

05

Há capacidade produtiva disponível e falta pipeline para a ocupar

06

Entrar em mercados novos custa muito mais esforço do que devia

07

Marketing e vendas trabalham sem um processo comum entre si

08

Compradores estrangeiros procuram fornecedores em inglês e chegam a outros

Se reconheceu três ou mais, o website é o primeiro sítio onde isso se corrige. É o único ativo comercial que trabalha antes de haver contacto humano.

Website industrial visto no telemóvel, com o chão de fábrica em segundo plano

O seu website tem uma função dentro do processo comercial

Quando 70% das oportunidades vêm de clientes atuais ou de referências, o crescimento parece sólido, contudo quando um cliente importante reduz encomendas, muda de fornecedor ou internaliza parte da produção, 

Nessa altura a empresa tem de gerar procura à pressa. E gerar procura à pressa custa sempre mais: mais prospeção fria, mais descontos para fechar, mais concessões a quem já lá está.

Um site que apenas descreve a empresa não ajuda nesse momento. Um site construído para atrair e qualificar começa a trabalhar meses antes de ser preciso.

Dependência gera risco. Risco exige previsibilidade. Previsibilidade constrói-se antes de fazer falta.

Para que serve o Website?

Entre alguém saber que a empresa existe e fazer uma encomenda há seis etapas. O website ocupa as três primeiras e é aí que o comprador decide se vale a pena contactar, antes de falar com qualquer pessoa da equipa.

01

Visibilidade

Quem procura o que produzem encontra a empresa

02

Interesse

Percebe em segundos que servem para o problema dele

03

Lead

Deixa contacto com contexto suficiente para responder

04

Oportunidade

O comercial qualifica e entra em conversa

05

Proposta

Orçamento com prazo e acompanhamento definidos

06

Cliente

Encomenda fechada e histórico registado

Se uma destas etapas não existe, a empresa compensa com mais prospeção, mais descontos ou mais dependência dos clientes atuais. Nenhuma das três é sustentável durante muito tempo.

Construímos um website que gera oportunidades

Um website industrial tem quatro objetivos.  É por isso que deve ser tratado como um sistema, e não como um conjunto de páginas bonitas.

Posicionamento

Clarificar porque é que a sua empresa deve ser escolhida e o que o difere da concorrência.

Geração de procura

Arquitetura de páginas, SEO técnico e conteúdo que colocam a empresa à frente de quem procura o que vocês produzem.

Geração de oportunidades

Percursos, provas e formulários que transformam visitas em pedidos de orçamento já com informação técnica útil.

Processo comercial

Ligação ao CRM, notificações e qualificação automática, para que nenhum pedido fique parado numa caixa de correio.

O que fica construído

O website é a base. SEO, LinkedIn, Google Ads, conteúdo e outbound ligam-se a ele. Sem essa base, cada canal trabalha para uma página que não converte.

06 / COMO FUNCIONA

Cinco fases, com entregas verificáveis em cada uma

01

Diagnóstico

Analisamos posicionamento, presença digital, aquisição e processo comercial. Percebemos de onde vem hoje cada cliente e onde estão as perdas.

REUNIÃO DE 30 A 45 MINUTOS · SEM CUSTO
02

Estratégia

Identificamos onde está o maior potencial de crescimento: mercados, processos, setores de destino e mensagem que vos diferencia.

MAPA DE PÁGINAS, PALAVRAS-CHAVE E MENSAGEM
03

Implementação

Construímos os ativos: estrutura, conteúdo, provas, formulários e ligações ao CRM. Tudo com medição desde o primeiro dia.

WEBSITE EM PRODUÇÃO COM ORIGEM DE LEADS REGISTADA
04

Otimização

Medimos oportunidades, custo por oportunidade e taxa de conversão por página. Corrigimos o que trava e reforçamos o que produz.

RELATÓRIO MENSAL COM DECISÕES, NÃO APENAS GRÁFICOS
05

Escala

Aumentamos investimento apenas onde existe retorno comprovado. Novos mercados e novos canais entram depois de a base provar que funciona.

EXPANSÃO POR EVIDÊNCIA, NÃO POR INTUIÇÃO
07 / PROVAS

Provas, não adjetivos

Em indústria B2B nenhum decisor compra por causa de um testemunho simpático. Compra porque reconhece o problema e vê o que mudou depois da intervenção.

Metalomecânica de precisão

PROBLEMA

Faturação concentrada em poucos clientes nacionais e um site que descrevia a empresa sem explicar capacidades técnicas.

INTERVENÇÃO

Reestruturação por processo e capacidade, versão em inglês para exportação e formulário de orçamento com dados técnicos obrigatórios.

Oportunidades

+00%

Leads qualificadas

00

Pipeline gerado

00 000 €

Equipamento industrial

PROBLEMA

Pedidos de orçamento fora do perfil de trabalho, a consumir horas de comercial sem hipótese de fechar.

INTERVENÇÃO

Critérios de qualificação no formulário, páginas por aplicação e ligação ao CRM com notificação imediata ao responsável.

Pedidos dentro de perfil

+00%

Tempo de resposta

00 h

Novos clientes

00

Subcontratação e componentes

PROBLEMA

Capacidade produtiva disponível e nenhuma fonte de procura fora da rede de contactos do gerente.

INTERVENÇÃO

Website orientado a pesquisa técnica, conteúdo por processo e campanhas ligadas a páginas construídas para converter.

Pedidos por mês

00

Origem fora de referências

00%

Mercados novos

00

Antes de haver números, há transformação

ANTES

Clientes novos por recomendação. Site institucional sem função comercial. Origem de cada pedido desconhecida. Crescimento dependente da agenda de duas pessoas.

DEPOIS

Sistema estruturado de aquisição. Cada pedido com origem registada. Comercial a receber contactos já qualificados. Crescimento com base em números, não em sorte.

João Ribeiro, fundador da Clarmaj

Marketing industrial pensado por quem conhece uma fábrica por dentro

Antes da Clarmaj passei anos em engenharia industrial, melhoria contínua e operações. Conheço o barulho de um chão de fábrica, o peso de um prazo de entrega e a conta que se faz quando uma máquina está parada.

Isso mudou por completo a forma como vejo marketing industrial. Não como comunicação, mas como uma extensão do sistema comercial da empresa: com etapas, indicadores e responsabilidade sobre o resultado.

É por isso que uma conversa connosco começa pelos números do comercial, e não pelo aspeto do site.

João Ribeiro
FUNDADOR DA CLARMAJ

Trabalhamos melhor com umas empresas do que com outras

É para empresas que

Não é para empresas que

Descubra onde está a perder oportunidades comerciais

Não vendemos um website numa primeira conversa. Começamos por perceber de onde vêm hoje os vossos clientes, quanto disso é dependência e o que pode passar a ser processo.

Numa reunião analisamos:

Gratuito e Sem compromisso de contratação

Preencha e falamos consigo em 24 horas úteis

Quanto mais contexto der aqui, mais útil é a reunião. Chegamos com trabalho feito, não com perguntas genéricas.

As perguntas que nos fazem antes de avançar

Nada. É uma reunião de 30 a 45 minutos onde analisamos a situação comercial da empresa e onde estão as perdas. Sai de lá com conclusões, quer trabalhe connosco ou não.

Não. O diagnóstico não gera qualquer obrigação. Se não fizer sentido avançar, dizemos isso na própria reunião.

O posicionamento é B2B industrial. É onde conhecemos o comprador, o ciclo de decisão e o vocabulário técnico. Fora disso temos de avaliar caso a caso

Sim, e é onde um website bem construído produz mais diferença. Um comprador alemão, francês ou espanhol começa a pesquisa online e decide quem contacta antes de falar com alguém. Nesses casos tratamos versão multilingue, adequação de mensagem por mercado e estrutura preparada para pesquisa técnica em cada idioma.

Não. A maioria das empresas com quem trabalhamos não tem. Precisamos de uma pessoa responsável por decidir e de acesso a quem conhece a produção. O resto fica do nosso lado.

Depende do ponto de partida, do ciclo comercial do setor e dos canais usados. Um website em produção começa a registar origem de pedidos desde o primeiro dia. Resultados de pesquisa orgânica demoram mais do que campanhas pagas. Na reunião de diagnóstico damos um intervalo realista para o vosso caso concreto.

Nem sempre é preciso construir de novo. Em vários casos o problema está na estrutura, na mensagem e na ausência de ligação ao comercial. O diagnóstico serve exatamente para separar o que aproveita do que trava.

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