Durante mais de 14 anos trabalhei dentro da indústria. Hoje ajudo empresas industriais a perceber onde estão a perder oportunidades comerciais e o que pode ser melhorado para gerar mais pedidos de orçamento previsíveis.
O primeiro passo é uma reunião de diagnóstico de 30 minutos para compreender a realidade comercial da sua empresa.
Durante meses não acontece praticamente nada. Depois chega uma feira e toda a equipa comercial espera que três dias resolvam o resto do ano.
As recomendações são excelentes. O problema é que ninguém consegue prever quando ou se vão acontecer no próximo mês.
Quando uma parte importante da faturação depende de dois ou três clientes, qualquer alteração na estratégia deles cria um problema sério na sua fábrica.
“Durante esse tempo estivemos do lado de quem escolhia fornecedores, não do lado de quem os tentava vender.”
Com 14 anos de experiência direta no chão de fábrica e na gestão industrial em Portugal, a minha leitura é moldada pela eficiência, pelo Lean Manufacturing e pelo rigor técnico.
Entendemos tempos de ciclo, a complexidade de um orçamento técnico e o peso que cada pedido qualificado tem numa fábrica.
Só trabalhamos com indústria porque é o setor em que podemos aportar os melhores resultados.
Se reconhece dois ou mais destes pontos, a análise vai encontrar algo de útil.
Cinco casos reais. O mesmo método aplicado a setores diferentes.
Campanha de comunicação e captação de inscritos para um evento industrial, dirigida a donos, diretores e gestores com poder de decisão.
Estruturação da presença digital para comunicar serviços industriais com rigor técnico e reforçar a notoriedade da marca no mercado.
Desenvolvimento integral dos canais digitais para posicionar a marca e apoiar a expansão para duas novas áreas de negócio.
Ecossistema de comunicação online construído do zero, com canais regulares de captação de leads e consolidação de autoridade no setor.
Identidade e canais de uma nova marca ibérica, com website corporativo, sistema de reserva geográfica e material técnico de apoio à venda.
O objetivo da análise é responder a pergunta: porque é que uma empresa como a sua não está a gerar tantas oportunidades comerciais quanto poderia?
A imagem técnica que passa e a capacidade real de converter visitas em pedidos.
Como a sua fábrica/ negócio se diferencia da concorrência direta no mercado.
O fluxo de entrada, resposta e gestão de novos pedidos.
O que acontece a quem não pediu orçamento imediato.
Visibilidade para quem procura soluções técnicas específicas.
Como a empresa usa o canal para gerar contactos comerciais.
Uso da base de dados existente para gerar novas oportunidades.
O que os seus concorrentes fazem e onde deixam espaço livre.
Como chegam hoje, na prática, novas oportunidades à empresa.
Documento com o diagnóstico técnico da sua operação comercial e as melhorias de aplicação imediata.
Sessão para explicar o relatório ponto a ponto e responder às questões da sua equipa.
Sequência de ações recomendadas, ordenada por impacto e esforço de execução.
Peça a reunião de diagnóstico, sem compromisso. Não é apresentada nenhuma proposta nesta fase, apenas uma conversa técnica sobre os seus desafios comerciais.
Sim. O critério não é a dimensão da faturação atual, é o potencial de crescimento e a vontade de profissionalizar a captação de clientes.
Não há problema. O relatório fica para a sua empresa e pode implementá-lo com recursos próprios ou guardá-lo para mais tarde.
Não. A primeira reunião serve para percebermos se podemos ajudar e para nos conhecer.
Entre o diagnóstico inicial e a entrega do relatório final, o processo demora habitualmente 10 a 15 dias úteis.
Pelo contrário. Falamos a linguagem da indústria. Não precisa de ser especialista em marketing, precisa de conhecer a sua produção e os seus clientes.
Sim. O objetivo não é substituir as recomendações, é acrescentar um canal comercial que não dependa exclusivamente delas.
Porque a venda industrial tem ciclos longos, complexidade técnica e critérios de decisão que o marketing de consumo não compreende.