Websites para empresas industriais
O site explica o que a empresa produz, provam capacidade técnica e transformam visitas em pedidos de orçamento com informação suficiente para responder?
Uma empresa industrial que vive de referências tem um problema
Se a faturação vem de recomendações, de clientes antigos e de comerciais que conhecem o mercado de cor, o crescimento parece estável. O risco só se percebe no trimestre em que um desses clientes reduz encomendas.
Estas são as situações que encontramos com mais frequência quando entramos numa PME industrial.
Entre 40% e 60% da faturação está concentrada em três ou quatro clientes
Os clientes novos chegam quase sempre por recomendação de alguém
O comercial depende da rede de contactos pessoal para abrir portas
O site existe há anos e nunca originou um pedido de orçamento sério
Há capacidade produtiva disponível e falta pipeline para a ocupar
Entrar em mercados novos custa muito mais esforço do que devia
Marketing e vendas trabalham sem um processo comum entre si
Compradores estrangeiros procuram fornecedores em inglês e chegam a outros
Se reconheceu três ou mais, o website é o primeiro sítio onde isso se corrige. É o único ativo comercial que trabalha antes de haver contacto humano.
O seu website tem uma função dentro do processo comercial
Quando 70% das oportunidades vêm de clientes atuais ou de referências, o crescimento parece sólido, contudo quando um cliente importante reduz encomendas, muda de fornecedor ou internaliza parte da produção,
Nessa altura a empresa tem de gerar procura à pressa. E gerar procura à pressa custa sempre mais: mais prospeção fria, mais descontos para fechar, mais concessões a quem já lá está.
Um site que apenas descreve a empresa não ajuda nesse momento. Um site construído para atrair e qualificar começa a trabalhar meses antes de ser preciso.
Para que serve o Website?
Entre alguém saber que a empresa existe e fazer uma encomenda há seis etapas. O website ocupa as três primeiras e é aí que o comprador decide se vale a pena contactar, antes de falar com qualquer pessoa da equipa.
Visibilidade
Quem procura o que produzem encontra a empresa
Interesse
Percebe em segundos que servem para o problema dele
Lead
Deixa contacto com contexto suficiente para responder
Oportunidade
O comercial qualifica e entra em conversa
Proposta
Orçamento com prazo e acompanhamento definidos
Cliente
Encomenda fechada e histórico registado
Se uma destas etapas não existe, a empresa compensa com mais prospeção, mais descontos ou mais dependência dos clientes atuais. Nenhuma das três é sustentável durante muito tempo.
Construímos um website que gera oportunidades
Um website industrial tem quatro objetivos. É por isso que deve ser tratado como um sistema, e não como um conjunto de páginas bonitas.
Posicionamento
Clarificar porque é que a sua empresa deve ser escolhida e o que o difere da concorrência.
Geração de procura
Arquitetura de páginas, SEO técnico e conteúdo que colocam a empresa à frente de quem procura o que vocês produzem.
Geração de oportunidades
Percursos, provas e formulários que transformam visitas em pedidos de orçamento já com informação técnica útil.
Processo comercial
Ligação ao CRM, notificações e qualificação automática, para que nenhum pedido fique parado numa caixa de correio.
O que fica construído
O website é a base. SEO, LinkedIn, Google Ads, conteúdo e outbound ligam-se a ele. Sem essa base, cada canal trabalha para uma página que não converte.
- Estrutura e copy orientadas ao comprador industrial
- SEO técnico e indexação limpa
- Casos, certificações e provas de capacidade
- Integração com CRM e notificação ao comercial
- Velocidade e Core Web Vitals dentro do limite
- Páginas por processo, capacidade e setor
- Versão multilingue para mercados de exportação
- Formulários de orçamento com qualificação
- Medição de oportunidades e origem de cada pedido
- Alojamento, manutenção e evolução contínua
Cinco fases, com entregas verificáveis em cada uma
Diagnóstico
Analisamos posicionamento, presença digital, aquisição e processo comercial. Percebemos de onde vem hoje cada cliente e onde estão as perdas.
Estratégia
Identificamos onde está o maior potencial de crescimento: mercados, processos, setores de destino e mensagem que vos diferencia.
Implementação
Construímos os ativos: estrutura, conteúdo, provas, formulários e ligações ao CRM. Tudo com medição desde o primeiro dia.
Otimização
Medimos oportunidades, custo por oportunidade e taxa de conversão por página. Corrigimos o que trava e reforçamos o que produz.
Escala
Aumentamos investimento apenas onde existe retorno comprovado. Novos mercados e novos canais entram depois de a base provar que funciona.
Provas, não adjetivos
Em indústria B2B nenhum decisor compra por causa de um testemunho simpático. Compra porque reconhece o problema e vê o que mudou depois da intervenção.
Metalomecânica de precisão
Faturação concentrada em poucos clientes nacionais e um site que descrevia a empresa sem explicar capacidades técnicas.
Reestruturação por processo e capacidade, versão em inglês para exportação e formulário de orçamento com dados técnicos obrigatórios.
Oportunidades
Leads qualificadas
Pipeline gerado
Equipamento industrial
Pedidos de orçamento fora do perfil de trabalho, a consumir horas de comercial sem hipótese de fechar.
Critérios de qualificação no formulário, páginas por aplicação e ligação ao CRM com notificação imediata ao responsável.
Pedidos dentro de perfil
Tempo de resposta
Novos clientes
Subcontratação e componentes
Capacidade produtiva disponível e nenhuma fonte de procura fora da rede de contactos do gerente.
Website orientado a pesquisa técnica, conteúdo por processo e campanhas ligadas a páginas construídas para converter.
Pedidos por mês
Origem fora de referências
Mercados novos
Antes de haver números, há transformação
Clientes novos por recomendação. Site institucional sem função comercial. Origem de cada pedido desconhecida. Crescimento dependente da agenda de duas pessoas.
Sistema estruturado de aquisição. Cada pedido com origem registada. Comercial a receber contactos já qualificados. Crescimento com base em números, não em sorte.
Marketing industrial pensado por quem conhece uma fábrica por dentro
Antes da Clarmaj passei anos em engenharia industrial, melhoria contínua e operações. Conheço o barulho de um chão de fábrica, o peso de um prazo de entrega e a conta que se faz quando uma máquina está parada.
Isso mudou por completo a forma como vejo marketing industrial. Não como comunicação, mas como uma extensão do sistema comercial da empresa: com etapas, indicadores e responsabilidade sobre o resultado.
É por isso que uma conversa connosco começa pelos números do comercial, e não pelo aspeto do site.
- Engenharia industrial
- Melhoria contínua
- Operações e produção
- B2B industrial
Trabalhamos melhor com umas empresas do que com outras
É para empresas que
- Vendem B2B, a outras empresas
- Têm ciclos comerciais relativamente longos
- Têm capacidade instalada para crescer
- Querem entrar em mercados novos, dentro ou fora do país
- Dependem demasiado dos clientes atuais
- Querem um processo comercial mais previsível
- Aceitam medir resultados e decidir com base neles
Não é para empresas que
- Procuram apenas mais seguidores
- Querem só gestão de redes sociais
- Procuram leads baratas sem preocupação com qualidade
- Não têm capacidade para responder a novas oportunidades
- Querem resultados em três semanas sem alterar nada no comercial
- Vendem exclusivamente a consumidor final
Descubra onde está a perder oportunidades comerciais
Não vendemos um website numa primeira conversa. Começamos por perceber de onde vêm hoje os vossos clientes, quanto disso é dependência e o que pode passar a ser processo.
Numa reunião analisamos:
- Dependência dos clientes atuais
- Presença digital e indexação
- Processo de aquisição e resposta
- Posicionamento face a concorrentes
- Geração de procura
- Oportunidades de crescimento
Preencha e falamos consigo em 24 horas úteis
Quanto mais contexto der aqui, mais útil é a reunião. Chegamos com trabalho feito, não com perguntas genéricas.
As perguntas que nos fazem antes de avançar
Quanto custa o diagnóstico?
Nada. É uma reunião de 30 a 45 minutos onde analisamos a situação comercial da empresa e onde estão as perdas. Sai de lá com conclusões, quer trabalhe connosco ou não.
Temos de contratar a Clarmaj depois?
Não. O diagnóstico não gera qualquer obrigação. Se não fizer sentido avançar, dizemos isso na própria reunião.
Trabalham apenas com empresas industriais?
O posicionamento é B2B industrial. É onde conhecemos o comprador, o ciclo de decisão e o vocabulário técnico. Fora disso temos de avaliar caso a caso
Trabalham com empresas que exportam?
Sim, e é onde um website bem construído produz mais diferença. Um comprador alemão, francês ou espanhol começa a pesquisa online e decide quem contacta antes de falar com alguém. Nesses casos tratamos versão multilingue, adequação de mensagem por mercado e estrutura preparada para pesquisa técnica em cada idioma.
Precisamos de ter um departamento de marketing?
Não. A maioria das empresas com quem trabalhamos não tem. Precisamos de uma pessoa responsável por decidir e de acesso a quem conhece a produção. O resto fica do nosso lado.
Quanto tempo demora a gerar resultados?
Depende do ponto de partida, do ciclo comercial do setor e dos canais usados. Um website em produção começa a registar origem de pedidos desde o primeiro dia. Resultados de pesquisa orgânica demoram mais do que campanhas pagas. Na reunião de diagnóstico damos um intervalo realista para o vosso caso concreto.
E se já tivermos um site recente?
Nem sempre é preciso construir de novo. Em vários casos o problema está na estrutura, na mensagem e na ausência de ligação ao comercial. O diagnóstico serve exatamente para separar o que aproveita do que trava.